Aproveitando a semana que antecede ao Dia das Mães, nos deparamos com a seguinte indagação: – Como surgiu o Dia das Mães?
Antes de saciarmos nossa curiosidade, vamos ao ponto mais importante dessa data comemorativa: “homenagear as mães”.
O ato de ser mãe (biológica ou adotiva), com todas as suas sagradas atribuições é, antes de mais nada um dom que Criador, em sua infinita bondade, compartilha com as mulheres. Infelizmente, nem todas são capazes de aceitar e desenvolver tal dom.
Hoje queremos parabenizar todas as mulheres que tiveram a coragem e o altruísmo necessários para assumirem o papel de mães.
Parabéns à todas as mães! O futuro está em seus braços.
Bom, voltando à nossa questão inicial, se o seu palpite foi de que a data foi criada pelo comércio, leia a frase abaixo:
“Não criei o dia das mães para ter lucro.”

Ficou mais fácil ou mais difícil deduzir agora?
O “Dia das Mães” partiu da vontade de uma filha em homenagear a sua mãe, bem como todas as mães, com um dia em que todos refletissem sobre a importância delas, além de também homenageá-las e buscar passar um tempo com elas.
Foi em 1905, em uma pequena cidade da Virgínea Ocidental, nos Estados Unidos que Anna Joarvis, uma mulher de 40 anos de idade, filha de Ann Joarvis, que dedicou sua vida à causas sociais, chegando a ser voluntária na guerra civil americana no atendimento à soldados feridos e também às sua famílias, transformou a dor em ação.
Ann faleceu no dia 9 de maio de 1905 e sua filha Anna, em profundo sofrimento com a perda, buscou uma forma de homenagear a mãe e sua vida de dicação às causas sociais, além de estender a homenagem à todas as mães e destacar a importância delas para seus filhos.
Juntamente com algumas amigas, Anna organizou então o “Dia das Mães” que inicialmente foi comemorado entre os integrantes da igreja que a família frequentava ativamente.
Para Anna, esse dia era dedicado ao fortalecimento dos laços de família e valorização das mães. Ela sonhava com a possibilidade de transforma o segundo domingo de maio em um feriado dedicado nacional.
Anna buscou a realização desse sonho e em abril de 1910 o então governador da Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, colocou o “Dia das Mães” no calendário de feriados do estado. Nos anos seguintes outros estados também fizeram o mesmo e no ano de 1914, Woodrow Wilson, então presidente dos Estados Unidos, decretou a data como feriado nacional.
Aos poucos, mais de 40 países adotaram esta data como o “Dia das Mães”. No Brasil a data foi oficializada em 1930 por um decreto do então presidente Getúlio Vargas.
Contudo, a felicidade de Anna Jarvis não se fez completa, já que a data foi recebendo forte apelo comercial com o passar do tempo, sendo reduzida, em alguns casos, a um dia em que se deve presentear a mãe.
A ideia de Anna era um dia dedicado à valorização das mães, aos estreitamentos dos lanços entre mães e filhos, um dia de presença, reflexão e homenagens. Ela jamais pensou nessa data como um dia para aquecer as vendas do comércio.
Por fim, desejamos um dia das mães (ainda que hajam presentes) nos moldes traçados por sua idealizadora, com muito amor, reconhecimento, homenagens e proximidade, mesmo que, haja a necessidade de distanciamento físico em virtude da atual situação de pandemia.

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